VAMOS REDUZIR A NOSSA PEGADA HUMANA!..........
VAMOS COMER OS PRODUTOS SÓ NA ÉPOCA EM QUE SÃO PRODUZIDOS !..............................................
VAMOS TODOS SEPARAR O LIXO E FAZER A RECICLAGEM!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Acabadinho de ler

Acabei de ler ontem o livro do José Rodrigues dos Santos e do seu historiador Tomás Noronha.
Sempre de leitura fácil, com muita acção e aventura pelo meio, é um livro interessante que nos mostra de uma forma leve, como se gerou esta crise em que estamos mergulhados e os seus principais culpados....
....." Vocês têm dois problemas relacionados, um é o dos bancos. Emprestaram dinheiro às construtoras para fazer esta obra toda e emprestaram dinheiro às pessoas para comprarem as casas que as construtoras faziam. Um clássico esquema piramidal que os vossos governos e o banco central não tiveram a sensatez de travar. A bolha rebentou, o dinheiro deixou de fluir, as pessoas pararam de comprar casa, as construtoras foram à falência e as pessoas que haviam comprado no passado, deixaram de pagar os empréstimos.  Conclusão, os bancos ficaram de repente com uma data de propriedades nas mãos que não valem nada porque ninguém os pode comprar. "O outro problema são as autarquias e os governos regionais, que faziam obras a torto e a direito e financiavam-nas com o dinheiro dos impostos cobrados à custa destes empreendimentos. Como as obras pararam e as vendas também, as receitas dos impostos caíram. Agora está toda a gente cravada de dividas e a Espanha inteira a dever centenas de milhares de milhões de euros aos bancos estrangeiros".......
....." O nosso ultimo suspeito de crimes contra a humanidade na segunda grande depressão é este homem"  um novo rosto apareceu na tela, desencadeando um tumulto ainda maior, " é este homem" berrou por cima do reboliço "Barak Hussein Obama"....

Depois de ler este livro fico com muitas duvidas de que algum dia se responsabilizem os culpados....

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Já fui semear os alhos ll

Finalmente fui semear os alhos, já fora de tempo, no quarto crescente e no Natal.... Mau!!
 Muito mau... Veremos como correm as coisas, plantei também mais trinta couves de nabo, coloquei umas armadilhas e deixei lá as velhas couves que eram para comer no Natal, assim podem continua a comer....
 Deixo-vos aqui duas fotos da desgraça que foram os trabalhos anteriores no quintal, agora vamos aguardar os resultados dos desta semana....
 Os caracóis e as lesmas vão continuar alegremente a comer e a deliciarem-se com as couves que estão mais mortas que vivas como se pode ver....
Até para o ano...
Feliz ano novo de 2013....

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL

Desejo a todos os que me visitam:
Um Feliz Natal 
Cheio de saúde, felicidade, amor, carinho, abraços, beijos, xicorações,  prendas, pantufas, rebuçados, meias,  chocolates, ai-pedes e ai-podes, telemóveis, peru, bacalhau, filhoses, sonhos, bolo rei, caldo verde, laranjas e etc. etc.
FELIZ NATAL




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A manta das memorias II

A manta das memorias está pronta... ( vai ser o presente de Natal para a Ana )
Depois de cortar, juntar, seleccionar, combinar cores, cozer, rematar ... lá juntei todos os quadrados uns aos outros de forma a fazer um conjunto de mosaicos mais ou menos harmonioso.... 
Vista de um lado
Para juntar os mosaicos usei botões, a ideia era pegar os quadrados só pelos cantos deixando as laterais abertas. Tinha visto numa revista e a ideia agradou-me mas, depois de ver o efeito, não gostei, achei que com o uso enfiavam-se lá os pés, ficaria presa nas coisas, podia até provocar acidentes, não!!
Vista do outro lado
Depois de pregar os botões resolvi cozer ((à mão)) todos os lados dos quadrados mas, pelo avesso ficou feio, notava-se os arremates dos botões, não gostei, resolvi cozer uns pedacinhos de vários formatos mais uma vez ((à mão)) a tapar todos os remates dos botões, até que ficou bem perfeitinha a pesar dos imprevistos
Aqui do lado do avesso
Acho que ficou bonita, está muito colorida, tem muitas recordações, calças de ganga, camisolas, camisetas das corridas, restos de bordados, sobras de tecidos que eram da minha mãe, tantas coisas que havia cá por casa.....
Aceitam-se encomendas.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Já faz hoje 3 aninhos....

Faz hoje precisamente, 3 anos que comecei este meu cantinho de desabafos, de alegrias, de experiências  boas e menos boas, de trabalhos, melhores e piores, poemas, fotos, recordações, etc... etc...

O sitio onde digo (escrevo) tudo o que me vem à cabeça, mostro as minhas peripécias da horta, da casa, das costuras, da cozinha e até das corridas, quem me visita sabe tudo, quem ainda não me visitou seja bem vindo, vai ser recebido com carinho desde que se porte bem, claro....

Parabéns para mim, estou contente com o balanço feito, vou continuar porque ainda tenho muito para dizer....

Obrigada a todos!

http://www.hoticasa.blogspot.pt/2009/12/este-blog-destina-se-mostrar-o-que-sei.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Estou muito chateada, ofendida, escandalizada, etc...

Fico fula com as faltas de educação, de respeito, de cultura,de  informação, de ignorância etc...
Ponho aqui um texto, que não é meu mas, que informa de uma maneira simples, para que todos os que leêm entendam.

Faço greve, por convicção, por coerência com o que penso e porque hoje faço o futuro e o futuro que eu quero é um mundo sempre livre. A nossa dignidade não é comprada, nem tem preço! 

A Greve  (por José Soeiro)
Aconteceu numa quinta-feira de 1890. Eram cerca de 8 mil operários nas ruas de Lisboa. Decidiram rumar ao cemitério dos Prazeres e prestar homenagem a José Fontana, fundador da Fraternidade Operária e um dos primeiros socialistas em Portugal. Ali mesmo, vários tomaram a palavra para defender uma coisa simples: uma jornada máxima de 8 horas de trabalho por dia.

No ano anterior, em Paris, um congresso de trabalhadores reunia-se para apelar a que naquela quinta-feira de 1890 as ruas e praças fossem ocupadas não só em Lisboa mas em todo o mundo para lembrar os mártires de Chicago.

Quatro anos antes, em Chicago, foi em nome dessas mesmas 8 horas que meio milhão de trabalhadores fizeram greve e marcharam pela cidade. A polícia reprimiu a manifestação, matou dezenas de operários e julgou os responsáveis. Georg Engel, Adolf Fischer, Albert Parsons e Auguste Spies foram enforcados. Em cada primeiro de maio, o mundo recorda-os.

Nessa altura, em Portugal como pelo mundo, o contrato de trabalho quase não existia. Nem férias, nem protecção na doença, nem segurança social, nem educação pública. Os trabalhadores começavam a juntar-se em associações de socorros mútuos. Os sindicatos eram coligações operárias ilegais. A greve era proibida.

Mesmo proibidos, os trabalhadores paravam. Havia o medo e a incerteza do resultado. Mas arriscavam. Foi assim em 1842, na Inglaterra e em Gales. Foi assim em Portugal, em 1849. Em Chicago, em 1886. E não mais parou. Foram greves que trouxeram saúde e educação, impostos para os mais ricos e até o sufrágio universal. Os trabalhadores não faziam greve porque tinham contrato e direitos. Tiveram contrato e direitos porque fizeram greve.

Estamos em 2011 e Portugal mudou muito. E esqueceu muito.

Há 900 mil trabalhadores que não têm contrato de trabalho: passam recibos verdes e na lei não se prevê que façam greve. Mais de 600 mil não encontram trabalho. Dois milhões são precários. Muitos, se querem juntar-se, têm de fazê-lo clandestinamente.

Se em 1891 o governo monárquico fixava as 8 horas para alguns sectores, 120 anos depois o governo já decidiu que quer acabar com isso e pretende aumentar meia hora por dia o horário de trabalho. Os patrões agradecem e calculam o lucro que lhes vai dar o dia mensal de trabalho gratuito.

Na Grécia como em Portugal, se hoje o capitalismo tolera o sufrágio, ele dispensa a democracia. Se não propõe a escravatura, exerce-a de novas formas. Se não proíbe a greve, expulsa os trabalhadores do contrato. E a ditadura da dívida dita a impossibilidade das escolhas.

Vai acontecer no dia 24 de Novembro. Há quem diga que não vale a pena, porque se perde o dia de salário ou se arrisca o contrato. Ou porque se não o temos, ela não é para nós. Mas nunca fizemos greve por termos contrato e direitos. Teremos contrato e direitos se fizermos greve.

Como disse antes este texto não é meu mas, acho que informa e ajuda muito, a ter mais respeito por quem ousa fazer greve...
Saudações a todas as pessoas que têm a coragem de lutar por todos os trabalhadores...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A Manta das memorias

Está em marcha a manta das memorias.
Esta coisa de fazer mantas, sacas, tapetes e outras coisas de retalhos sempre se fez na minha família e não só.... 
 Assim surgiu a ideia de fazer a manta das memorias;
Aquela camisola que só usou uma vez e que tem guardada no fundo da gaveta?
Aquele vestido que só usou numa festa e que já não lhe serve?
Aquele lençol que se rasgou, com o bordado que ainda  está bom?
Aquela camisa que ofereceu ao seu marido quando ainda eram namorados e que ele já não usa?
As velhas calças de ganga, russas que já não usa?
 Junte tudo e ponha mãos à obra, corte. recorte, cosa de um jeito ou de outro, não fica muito perfeito visto haver texturas completamente diferentes mas, garanto que fica muito gira...
 Aqui ainda em fase de estudo, ainda não está decidido como vou juntar os quadrados mas, isso não tem importância nenhuma, o que importa é fazer e tenho a certeza que vai ficar uma maravilha...
 Aqui há, camisolas das corridas, calças de ganga, bordados, uma saia minha de pregas e muitos bocadinhos de coisas que se foram arranjando durante anos de costuras....
Quando estiver pronta falo deste projecto de novo, agora foi só para dar ideias e porque estava ansiosa para mostrar a minha ideia...Acho que a manta das memorias vai ter sucesso porque todos temos lá por casa coisas que já não usamos e que não queremos deitar fora....