VAMOS REDUZIR A NOSSA PEGADA HUMANA!..........
VAMOS COMER OS PRODUTOS SÓ NA ÉPOCA EM QUE SÃO PRODUZIDOS !..............................................
VAMOS TODOS SEPARAR O LIXO E FAZER A RECICLAGEM!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Já fui semear os alhos ll

Finalmente fui semear os alhos, já fora de tempo, no quarto crescente e no Natal.... Mau!!
 Muito mau... Veremos como correm as coisas, plantei também mais trinta couves de nabo, coloquei umas armadilhas e deixei lá as velhas couves que eram para comer no Natal, assim podem continua a comer....
 Deixo-vos aqui duas fotos da desgraça que foram os trabalhos anteriores no quintal, agora vamos aguardar os resultados dos desta semana....
 Os caracóis e as lesmas vão continuar alegremente a comer e a deliciarem-se com as couves que estão mais mortas que vivas como se pode ver....
Até para o ano...
Feliz ano novo de 2013....

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL

Desejo a todos os que me visitam:
Um Feliz Natal 
Cheio de saúde, felicidade, amor, carinho, abraços, beijos, xicorações,  prendas, pantufas, rebuçados, meias,  chocolates, ai-pedes e ai-podes, telemóveis, peru, bacalhau, filhoses, sonhos, bolo rei, caldo verde, laranjas e etc. etc.
FELIZ NATAL




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A manta das memorias II

A manta das memorias está pronta... ( vai ser o presente de Natal para a Ana )
Depois de cortar, juntar, seleccionar, combinar cores, cozer, rematar ... lá juntei todos os quadrados uns aos outros de forma a fazer um conjunto de mosaicos mais ou menos harmonioso.... 
Vista de um lado
Para juntar os mosaicos usei botões, a ideia era pegar os quadrados só pelos cantos deixando as laterais abertas. Tinha visto numa revista e a ideia agradou-me mas, depois de ver o efeito, não gostei, achei que com o uso enfiavam-se lá os pés, ficaria presa nas coisas, podia até provocar acidentes, não!!
Vista do outro lado
Depois de pregar os botões resolvi cozer ((à mão)) todos os lados dos quadrados mas, pelo avesso ficou feio, notava-se os arremates dos botões, não gostei, resolvi cozer uns pedacinhos de vários formatos mais uma vez ((à mão)) a tapar todos os remates dos botões, até que ficou bem perfeitinha a pesar dos imprevistos
Aqui do lado do avesso
Acho que ficou bonita, está muito colorida, tem muitas recordações, calças de ganga, camisolas, camisetas das corridas, restos de bordados, sobras de tecidos que eram da minha mãe, tantas coisas que havia cá por casa.....
Aceitam-se encomendas.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Já faz hoje 3 aninhos....

Faz hoje precisamente, 3 anos que comecei este meu cantinho de desabafos, de alegrias, de experiências  boas e menos boas, de trabalhos, melhores e piores, poemas, fotos, recordações, etc... etc...

O sitio onde digo (escrevo) tudo o que me vem à cabeça, mostro as minhas peripécias da horta, da casa, das costuras, da cozinha e até das corridas, quem me visita sabe tudo, quem ainda não me visitou seja bem vindo, vai ser recebido com carinho desde que se porte bem, claro....

Parabéns para mim, estou contente com o balanço feito, vou continuar porque ainda tenho muito para dizer....

Obrigada a todos!

http://www.hoticasa.blogspot.pt/2009/12/este-blog-destina-se-mostrar-o-que-sei.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Estou muito chateada, ofendida, escandalizada, etc...

Fico fula com as faltas de educação, de respeito, de cultura,de  informação, de ignorância etc...
Ponho aqui um texto, que não é meu mas, que informa de uma maneira simples, para que todos os que leêm entendam.

Faço greve, por convicção, por coerência com o que penso e porque hoje faço o futuro e o futuro que eu quero é um mundo sempre livre. A nossa dignidade não é comprada, nem tem preço! 

A Greve  (por José Soeiro)
Aconteceu numa quinta-feira de 1890. Eram cerca de 8 mil operários nas ruas de Lisboa. Decidiram rumar ao cemitério dos Prazeres e prestar homenagem a José Fontana, fundador da Fraternidade Operária e um dos primeiros socialistas em Portugal. Ali mesmo, vários tomaram a palavra para defender uma coisa simples: uma jornada máxima de 8 horas de trabalho por dia.

No ano anterior, em Paris, um congresso de trabalhadores reunia-se para apelar a que naquela quinta-feira de 1890 as ruas e praças fossem ocupadas não só em Lisboa mas em todo o mundo para lembrar os mártires de Chicago.

Quatro anos antes, em Chicago, foi em nome dessas mesmas 8 horas que meio milhão de trabalhadores fizeram greve e marcharam pela cidade. A polícia reprimiu a manifestação, matou dezenas de operários e julgou os responsáveis. Georg Engel, Adolf Fischer, Albert Parsons e Auguste Spies foram enforcados. Em cada primeiro de maio, o mundo recorda-os.

Nessa altura, em Portugal como pelo mundo, o contrato de trabalho quase não existia. Nem férias, nem protecção na doença, nem segurança social, nem educação pública. Os trabalhadores começavam a juntar-se em associações de socorros mútuos. Os sindicatos eram coligações operárias ilegais. A greve era proibida.

Mesmo proibidos, os trabalhadores paravam. Havia o medo e a incerteza do resultado. Mas arriscavam. Foi assim em 1842, na Inglaterra e em Gales. Foi assim em Portugal, em 1849. Em Chicago, em 1886. E não mais parou. Foram greves que trouxeram saúde e educação, impostos para os mais ricos e até o sufrágio universal. Os trabalhadores não faziam greve porque tinham contrato e direitos. Tiveram contrato e direitos porque fizeram greve.

Estamos em 2011 e Portugal mudou muito. E esqueceu muito.

Há 900 mil trabalhadores que não têm contrato de trabalho: passam recibos verdes e na lei não se prevê que façam greve. Mais de 600 mil não encontram trabalho. Dois milhões são precários. Muitos, se querem juntar-se, têm de fazê-lo clandestinamente.

Se em 1891 o governo monárquico fixava as 8 horas para alguns sectores, 120 anos depois o governo já decidiu que quer acabar com isso e pretende aumentar meia hora por dia o horário de trabalho. Os patrões agradecem e calculam o lucro que lhes vai dar o dia mensal de trabalho gratuito.

Na Grécia como em Portugal, se hoje o capitalismo tolera o sufrágio, ele dispensa a democracia. Se não propõe a escravatura, exerce-a de novas formas. Se não proíbe a greve, expulsa os trabalhadores do contrato. E a ditadura da dívida dita a impossibilidade das escolhas.

Vai acontecer no dia 24 de Novembro. Há quem diga que não vale a pena, porque se perde o dia de salário ou se arrisca o contrato. Ou porque se não o temos, ela não é para nós. Mas nunca fizemos greve por termos contrato e direitos. Teremos contrato e direitos se fizermos greve.

Como disse antes este texto não é meu mas, acho que informa e ajuda muito, a ter mais respeito por quem ousa fazer greve...
Saudações a todas as pessoas que têm a coragem de lutar por todos os trabalhadores...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A Manta das memorias

Está em marcha a manta das memorias.
Esta coisa de fazer mantas, sacas, tapetes e outras coisas de retalhos sempre se fez na minha família e não só.... 
 Assim surgiu a ideia de fazer a manta das memorias;
Aquela camisola que só usou uma vez e que tem guardada no fundo da gaveta?
Aquele vestido que só usou numa festa e que já não lhe serve?
Aquele lençol que se rasgou, com o bordado que ainda  está bom?
Aquela camisa que ofereceu ao seu marido quando ainda eram namorados e que ele já não usa?
As velhas calças de ganga, russas que já não usa?
 Junte tudo e ponha mãos à obra, corte. recorte, cosa de um jeito ou de outro, não fica muito perfeito visto haver texturas completamente diferentes mas, garanto que fica muito gira...
 Aqui ainda em fase de estudo, ainda não está decidido como vou juntar os quadrados mas, isso não tem importância nenhuma, o que importa é fazer e tenho a certeza que vai ficar uma maravilha...
 Aqui há, camisolas das corridas, calças de ganga, bordados, uma saia minha de pregas e muitos bocadinhos de coisas que se foram arranjando durante anos de costuras....
Quando estiver pronta falo deste projecto de novo, agora foi só para dar ideias e porque estava ansiosa para mostrar a minha ideia...Acho que a manta das memorias vai ter sucesso porque todos temos lá por casa coisas que já não usamos e que não queremos deitar fora.... 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Este ano não há couves para o Natal

Em Setembro plantei as primeiras couves portuguesas para comermos na noite de Natal.
Quando lá voltei três semanas depois estavam todas ratadas das lesmas e dos caracóis, plantei mais couves e brócolos, umas vinte e cinco de cada, há três semanas quando lá cheguei não havia nem uma, tinham comido todas, nesse fim de semana plantei mais couve, couve de nabo e brócolos, no passado sábado estava assim, como se pode ver, não se vê......só os trocinhos ficaram....
 Dentro da estufa já plantei alfaces por duas vezes, está assim, nem uma para a amostra, nem os troços escaparam. As cebolas estão nascidas e parece que vou ter cebolo para plantar.... pelo menos isso.
as alfaces estavam junto com a semente das cebolas
 Quanto às favas, estão bonitas e a crescer muito bem. Aqui as lesmas não vêm comer, as bandidas só gostam das couves e das alfaces...
                       Este chuchu está muito bonito....vamos a ver se ele se aguenta e se dará frutos
                          Apesar de tudo deu para colher um braçado de couves (galega) e laranjas, ainda não as provei mas, já estão a começar a ficar amarelinhas, só colhi estas quatro para provar...
A natureza é assim, sem produtos químicos, sem a presença continua para controlar, as pragas vêm e tomam conta....
Nunca pensei que umas simples lesmas pequeninas conseguissem fazer tanto estrago, não deixam nada e são bem pequeninas é impressionante a quantidade delas, não há armadilhas que resultem......